quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Livro: A Espiritualidade dos Animais: Pela Ótica do Espiritismo

Nosso segundo livro já está disponível na Amazon:



A Espiritualidade dos Animais: Pela Ótica do Espiritismo



A Espiritualidade dos Animais é um livro que veio para esclarecer um pouco mais a respeito de alguns pontos como a alma dos animais, o desencarne e a reencarnação, o período que passam no plano espiritual, sua evolução da mônada até o reino maior, sua senciência e a responsabilidade que ela traz aos seguidores da Doutrina Espirita, tudo baseado na Codificação e alicerçado pela Ciência e pela Filosofia , desvelando de forma clara o preconceito e os dogmas existentes sobre a alimentação carnívora, alma grupo e sua inteligência nos aproximando assim, ainda mais destes nossos irmãos.

Boa leitura


Contamos com a colaboração de nossos leitores na divulgação desta segunda obra, e já nos preparamos para lançar o terceiro livro em breve. 

Grande abraço

Simone Nardi

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Novo Termo? Termo Novo para mesma coisa....



Leão tampando a cara, com vergonha


Estava lá eu, lendo um livro qualquer quando me deparei com uma nova palavra, ao menos para mim : Vegetalianismo.

Vocês não vão jamais conseguir imaginar a alegria que me deu ler isto, afinal o Cebolinha, personagem de Mauricio de Souza havia se tornado Veg . Estava até imaginando a cena dele na tirinha , com aquele dedinho gordo e aqueles cabelos espetadinhos dizendo aos seus mais leais amigos, Magali – que comia lá sua enorme fatia de melância- , Mônica com seu coelhinho azul e o perfumado Cascão.Afinal, todo mundo conhece a dificuldade dele em soletrar o “r”.

___ Agola num como mais calne, sou vegetaliano.

Vegetaliano.

Supimpa;

Massa (vegana de preferência)

Demais.... por quê? 

Porque  as crianças que gostam de gibis iriam, desde cedo, aprender algo sobre “vegetalianismo”.

Mas minha alegria passou, o balãozinho com as tirinhas sumiu da minha cabeça e vi novamente o quanto as pessoas gostam de dar nomes as coisas, não bastava os proctovegetarianos(hummm termo novo?) , depois os vegans e agora os “vegetalianos” que não eram da turma da Mônica, mas que tinha lá, sua própria definição:

Ainda tentei imaginar que seria algo do tipo, couve-flol, espinafle, blocolis, lúcula, mas não, não não não.....não era.

“Vegetalianismo”= o cara que se coloca como Lacto-veg..........

O cara que , talvez em transição, que não tenha lá muita segurança , muita identidade e que necessite ardorosamente de um nome para chamar de seu, pois ele toma leite, sei lá porque, porque ainda acredita que precisa apesar de ter conseguido dar o passo mais difícil mas....vamos respeitar....é difícil....vegetal....vegetalianismo....hummm

Só rindo mesmo.......



Simone Nardi



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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Apenas Um - Conto















Seus olhos tristonhos  focalizaram o asfalto úmido no qual caminhava. Aquelas luzes deveriam significar felicidade, não tristeza. Era Natal. Nascimento. Vida. Amor.
Mas talvez não para ele.
Seus pés estavam molhados, seu corpo sujo e fedendo a óleo. Seu estômago doía, pois há dias  não se alimentava. As pessoas se afastavam dele, o humilhavam. Riam de sua tristeza. Nem mesmo o significado daquela noite as fazia perceber que ele necessitava ao menos de uma palavra de carinho.
As casas ricas e enfeitadas o abominavam. Os transeuntes desciam das calçadas para não passarem perto dele. Ele sentia sede e fome. Sentia tristeza e solidão. Desprezo.
Recomeçou a andar sem rumo quando uma voz forte e decidida o chamou.
      Hei amigo, venha , eu também estou abandonado essa noite.
Aqueles olhos tristes criaram  luz, um raio de alegria que o fez dar meia volta e aproximar-se do velho mendigo que, como ele, estava imundo e molhado pela garoa fina. As mãos estavam sujas, mas lhe acenavam com alegria. O rosto, marcado pela dureza da vida, mesmo assim um sorriso o acolhia. Ele não pensou duas vezes e correu na direção daquele abraço carinhoso do qual tanto necessitava.
Sentiu-se seguro. Amado, realmente querido. Quando sentaram-se em frente as belas mansões e dividiram um pedaço de pão , sua alegria transformou-se em jubilo. Ele reviu as mesas fartas, as pessoas ricas que não se importavam com sua fome, no entanto aquele mendigo dividia com ele seu único pedaço de pão. Talvez a humanidade ainda não estivesse perdida.
Sua língua comprida lambeu as mão imundas e o rosto abatido daquele velho mendigo que acariciava seus pelos desgrenhados. Ele não era apenas um cão de rua, agora era um amigo e permaneceu ali até o homem adormecer sob a noite  chuvosa.
Então,  em silêncio, começou a se afastar. Uma luz imensa rodeou-lhe a figura e o que eram patas  tornaram-se pés. Os pelos sumiram e um manto alvo cobriu-lhe o corpo, um par de asas romperam-lhe das costas e ele alçou um voo silencioso em direção ao céu.
A chuva cessou e o céu resplandeceu em estrelas enquanto sua voz poderosa clamava.
“Abençoai os homens , Senhor, pois ainda resta-lhes no coração o amor. Eu vim e descobri um que fez valer a pena. Apenas um, como me pedistes . Deixai prosseguir a vida na Terra, por ele eu vos peço. Perdoai a humanidade e não a destruí, pois uma alma nobre ainda sabe o que é Natal”
E o anjo da destruição partiu, deixando que as estrelas iluminassem a Terra e os homens que ainda conseguiam vê-las.



Simone Nardi



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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Presente Divino
















Eis que surgiu no céu uma estrela
E seu brilho espalhou-se mais além
Muitas outras iluminaram a redondeza
Brilhando aqui e mais além
Diziam uns que era  a graça Divina
Outros  diziam nada saber
Porém a estrela que surgia
Era um ser predestinado a vencer
Sua responsabilidade era grande
Cuidar dos homens, designou-lhe o Pai
Seria ele um ser importante
Por isso Deus lhe exigiria mais
Paciência e amor eterno
Obediência e compreensão
Candura e um toque terno
Muita alma no coração
Saber ouvir ele deveria
Manter silêncio e devoção

Fazer nascer ele saberia
O amor nesse outro seu irmão
Enviado foi ele à Terra
Incompreendido em suas virtudes
O malvado homem levou-o a guerra
Sem pensar em suas inquietudes
Mas sempre valente se levantou
E com sua força grandiosa
Ao lado do homem ele lutou
De lá do céu Deus lhe sorria
Vendo que sua criação
Ajudava, homens, mulher, meninas
E sua benção ele derramou
Sobre a pequenina criatura
Que de animais ele batizou
Para quem a vida, é toda ternura
E esse foi seu presente Divino
Esse ser que nos anima
As vezes pequeno animalzinho
Muita vezes o amigo que nos ilumina.
“ Não desrespeitai te peço eu
E a tratai com muito amor
Pois é um presente meu
Teu Pai, teu Deus, teu Criador  .”



Simone Nardi





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