quarta-feira, 29 de maio de 2013

Dicas de Livros

Crueldade com animais X Violência doméstica contra mulheres: Uma conexão real

Maria José Sales Padilha
O livro “Crueldade com animais X Violência doméstica contra mulheres: Uma conexão real”, revela uma pesquisa inédita realizada no Brasil e desenvolvida em Pernambuco. A autora, Maria José Sales Padilha é Presidente da AADAMA – Associação Amigos Defensores dos Animais e do Meio Ambiente – teve por objetivo de examinar a conexão entre a crueldade praticada contra animais e a violência doméstica contra mulheres.
Neste livro, também se encontram relatos de crueldades com animais e com humanos, ocorridos em Pernambuco, no Brasil e mundo afora além de informações necessárias para compreender as diversas formas de violência contra a mulher e perfil de seus agressores. O livro denuncia a omissão dos poderes públicos no que diz respeito às políticas de enfrentamento à violência contra animais e revela uma vertente da violência, a conexão real da crueldade com animais e sua relação com a violência doméstica contra as mulheres.
A amostragem da pesquisa foi composta por mulheres de várias classes sociais de Pernambuco que buscaram Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher para registrarem, através do Boletim de Ocorrência – BO, a violência sofrida por parte dos seus agressores de acordo com a Lei nº 11.340 de 07 de agosto de 2006, Lei Maria da Penha.
O livro também sugere alternativas educacionais e policiais que favoreçam a construção de uma cultura de paz para todas as formas de vida.
Pedidos podem ser efetuados através do email mpadilha@elogica.com.br.

A ligação entre o abuso de animais e violência humana
Capa
Andrew Linzey -Sussex Academic Press, 2009 - 346 pg.
 
Muitos filósofos, incluindo Aquino, Locke, Schopenhauer e Kant, ter assumido que existe uma ligação entre a crueldade contra animais e violência para as pessoas. Durante os últimos 40 anos, as provas para esta visão tem vindo acumulado como resultado de investigações estatísticas, psicológica e médica, e agora há um corpo substancial de provas empíricas. A ligação entre o abuso de animais e violência humana, agora em paperback, reúne especialistas internacionais de sete países, para examinar em detalhes: as relações entre o abuso de animais e de abuso infantil, o desenvolvimento emocional da criança, a violência familiar e assassinatos em série. Ele considera as implicações para a política jurídica e social, eo trabalho de profissionais-chave. As seções incluem visões críticas de pesquisa existente, a discussão de questões éticas, e um foco especial sobre o abuso de animais silvestres. Este livro é leitura essencial para todos aqueles que têm uma participação no debate, ou porque seu trabalho acadêmico se relaciona com as questões envolvidas, ou porque seu papel profissional envolve o contato com o abusado ou os agressores, tanto humana e animal. É um volume autoritário e abrangente sobre a relação entre o abuso de animais e violência humana.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- pt 13

O Espiritismo a Ciência e os Animais




Parte 13

 Até que estendamos nosso círculo de compaixão a todas as coisas vivas,
não encontraremos paz.
Albert Schweitzer


A destruição


 734. Em seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os animais?
R.  Esse direito é regido pela necessidade de prover a sua alimentação e segurança. O abuso nunca foi um direito.


Isso foi dito há 200 anos, quando mulheres e negros sequer possuíam seus direitos, que dizer os animais?Será que hoje há mesmo essa tal necessidade de prover a alimentação com a carne ou nós é que criamos essa ideia para nos mantermos como estamos? Por certo que o vegetarianismo/ veganismo demonstram que não apenas é possível, mas é bem mais saudável uma alimentação sem carne  e sem crueldade. Alguém consegue negar o abuso que existe hoje em relação ao aprisionamento e ao abate dos animais? Alguém nega? As fazendas de pecuária, as granjas, milhões de animais sendo mortos para que poucos comam seu bife, já que essa é uma iguaria da qual os realmente necessitados não se utilizam. Que direito passamos a ter sobre as criaturas que Deus nos confiou à evolução?Matar? Isso é direito? Se for, com certeza abdico do meu direito sobre eles, pois até onde sei não temos direito algum de matar nossos irmãos, ainda mais sabendo que não mais necessitamos de suas carnes, a não ser em nossos campos mentais que privilegiam mais o materialismo do que o Espírito.


735. O que pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança? Da caça, por exemplo, quando tem por objetivo apenas o prazer de destruir sem utilidade?
R. Predominância dos maus instintos sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais destroem apenas de acordo com suas necessidades; mas o homem, que tem o livre-arbítrio, destrói sem necessidade; ele deverá prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, porque cede aos maus instintos.


Devemos refletir bem sobre essa frase : “Predominância dos maus instintos sobre a natureza espiritual”,nosso desejo ardente de lutar contra essa ideia de vegetarianismo, bem como contra a experimentação animal ou contra a existência de zoológicos, também está pautada nessa simples e objetiva frase, “em nós predomina ainda muito mais os instintos do que a natureza espiritual”, nós nos apegamos tanto a esses instintos que passamos a não acreditar ser possível dominar o desejo de comer carne,de libertar animais, de parar de testar produtos nestes irmãos, e diante disso vamos destruindo tudo a nossa frente, há muito que já ultrapassamos o limite da necessidade e da segurança. Limite da necessidade porque hoje já sabemos que a carne não necessita da carne e da segurança porque abusamos de nosso livre arbítrio colocando em risco não apenas nossas vidas, mas a de todo um Planeta.


736. Os povos que são muito escrupulosos com relação à destruição dos animais têm um mérito particular?
R. É um excesso, mesmo sendo um sentimento louvável em si mesmo; se  torna abusivo, e seu mérito é neutralizado pelos abusos de outras espécies. Há entre eles mais medo supersticioso do que a verdadeira bondade.


Sempre dizemos aqui que o vegetarianismo não transforma ninguém em uma pessoa  boa , é a bondade que transforma a pessoa em vegetariana, esse é apenas mais um caminho que teremos que percorrer para nos moralizarmos. Muitos povos não matam animais para comer, porém os maltratam de outras formas, com sede, com fome, em total  abandono, isso não é escrúpulo, isso é egoísmo, não há qualquer ato de bondade nessa ação, ela é interesseira apenas e não pode ser vista como benevolência.


746. O assassinato é um crime aos olhos de Deus?
R. Sim, um grande crime; porque aquele que tira a vida de seu semelhante corta uma vida de expiação ou de missão, e aí está o mal.


Há uma frase de Leonardo Da Vinci que diz. "Haverá um dia em que o homem conhecerá o íntimo do animal, neste dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a humanidade." Eis que um dia a palavra “assassinato” também incluirá nela, naturalmente, o irmão animal, de forma que compreenderemos que matar um animal como fazemos hoje é um crime tão grande como matar um semelhante, porque é o especismo que ainda hoje nos obriga a nos sentirmos superiores aos demais animais, é o orgulho que nos cega a ponto de não nos permitirmos ver que dentro do conceito de semelhança, não está apenas o semelhante na forma humana, mas a semelhança de Deus, da Criação Divina;  somos semelhantes aos animais porque viemos do mesmo Pai e vamos todos retornar para Ele, não importe o tempo que levarmos, somos semelhantes porque nascemos todos para aprender a amar.

Referência Bibliográficas


Alan Kardec – Livros dos Espíritos 


Simone Nardi 



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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Irmãos Menores Animais?



Muitos questionam o termo utilizado por Francisco de Assis "Irmão Menor Animal", a Revista Sexto Sentido da Editora Mythos  nos deu a oportunidade de esclarecer o termo "menor" e e assim finalizar todas as dúvidas em relação a esse modo humilde e amoroso com que Francisco de Assis se dirigia a  esses nossos irmãos menores. A Revista  pode ser adquirida diretamente pelo site da Editora Mythos, a quem agradecemos a oportunidade do esclarecimento e da divulgação.



Transcrevemos aqui o artigo publicado na Revista Sexto Sentido

.

 Irmãos Menores Animais?



Muitas pessoas quando ouvem essa referência aos irmãos animais discordam de pronto, alegando que nós humanos é que somos menores em relação aos animais devido a todas as coisas que fazemos de ruim para eles. 



É preciso lembrar que essa expressão “Irmão menor animal” foi cunhada por Francisco de Assis e que não possui em momento algum a intenção de menosprezar ou inferiorizar os animais, ao contrário, ela atribui uma enorme responsabilidade a nós humanos em relação a estes que caminham conosco. De fato a própria ordem franciscana se chama “Ordem dos frades menores”, menores em humildade. Em uma passagem do Livro dos Espíritos encontramos uma dúvida parecida com a que cria certa confusão ao termo irmão menor. 



592. Se, pelo que toca à inteligência, comparamos o homem e os animais, parece difícil estabelecer-se uma linha de demarcação entre aquele e estes, porquanto alguns animais mostram, sob esse aspecto, notória superioridade sobre certos homens. Pode essa linha de demarcação ser estabelecida de modo preciso?

R. A este respeito é completo o desacordo entre os vossos filósofos. Querem uns que o homem seja um animal e outros que o animal seja um homem. Estão todos em erro. O homem é um ser à parte, que desce muito baixo algumas vezes e que pode também elevar-se muito alto. Pelo físico, é como os animais e menos bem dotado do que muitos destes. A Natureza lhes deu tudo o que o homem é obrigado a inventar com a sua inteligência, para satisfação de suas necessidades e para sua conservação. Seu corpo se destrói, como o dos animais, é certo, mas ao seu Espírito está assinado um destino que só ele pode compreender, porque só ele é inteiramente livre. Pobres homens, que vos rebaixais mais do que os brutos! Não sabeis distinguir-vos deles? Reconhecei o homem pela faculdade de pensar em Deus.”




Mas por que irmão menor?



Porque estamos todos em uma escalada evolutiva e por pior que cada um de nós possa agir em relação ao nosso outro, “é um ser à parte, que desce muito baixo algumas vezes e que pode também elevar-se muito alto” , estamos evolutivamente um degrau - se assim podemos colocar - acima destes irmãos. Despertamos para a moral, para a ética, podemos não usar, mas temos consciência disso. Conquistamos a linguagem, a diferença corporal. Temos consciência de um Deus e de que nossa responsabilidade é grande, embora nos apeguemos a auto-indulgência para continuarmos falhos. E sabemos que nosso “ Espírito está assinado um destino que só ele pode compreender, porque só ele é inteiramente livre”, embora não saibamos usar  dessa liberdade usando mal nossa razão.



A questão é que a palavra menor nos dias de hoje não nos remete mais ao termo humildade a qual Francisco se referia, por nossa própria culpa, por mudarmos constantemente o sentido das palavras ,foi  nossa vaidade que nos ensinou a crer que o inferior deve sofrer ao invés de ser protegido, nosso egoísmo que nos ensinou que o menor é sempre menos que nós, os maiores, só não sabemos maiores em “quê”.



Irmão Menor Animal, na concepção correta de Francisco de Assis, significa aquele ser que é humilde, que é simples e puro de coração;  os animais, assim como todos os seres vivos, vêm de muito longe numa luta evolutiva e redentora rumo a ascensão espiritual, assim como tão bem nos coloca o Espírito Emmanuel:



Os animais são os irmãos menores dos homens. Eles também, como nós, vêm de longe através de lutas incessantes e redentoras, e são, como nós, candidatos a uma posição brilhante na espiritualidade. Não é em vão que sofrem nas fainas benditas da dedicação e da renúncia, e a favor do progresso dos homens.



A evolução, segundo o Livro dos Espíritos ocorre assim para todos os seres vivos, conforme a questão 601:

601. Os animais estão sujeitos, como o homem, a uma lei progressiva?

“Sim; e daí vem que nos mundos superiores, onde os homens são mais adiantados, os animais também o são, dispondo de meios mais amplos de comunicação. São sempre, porém, inferiores ao homem e se lhe acham submetidos, tendo neles o homem, servidores inteligentes.”




No texto podemos ler a seguinte afirmação “São sempre, porém, inferiores ao homem e se lhe acham submetidos”, essa palavra inferior refere-se  a ser inferior na escalada evolutiva, por isso tanto a palavra inferior quanto a palavra menor devem ser interpretadas com a visão de “Escala Evolutiva” e não com a interpretação errônea, como vem acontecendo, na relação de dono-escravo na visão superior-inferior, pois cada Espírito, estando em determinada condição/estágio evolutivo será sempre inferior ou menor em relação àquele que já se encontra em uma escala evolutiva mais adiantada, tal como a escola, onde se inicia no primário e se chega à faculdade, a relação evolutiva é a mesma. O mineral assim se encontra em relação de inferioridade/menoridade ao vegetal. O vegetal é também inferior/menor em relação aos animais . Ou alguém é capaz de duvidar que um animal seja mais inteligente  e racional que arbusto ou uma pedra?  Assim os animais, mesmo já  conquistando inúmeros atributos,  ainda se encontram dentro da “Escala Evolutiva”, em condição menor/inferior aos seres humanos, por estarem numa fase animal ainda abaixo da evolução da fase animal da espécie humana.



O que reforça ainda mais a ideia de que a palavra menor não serve para denegrir os animais  surge na própria resposta da questão 601: “e daí vem que nos mundos superiores, onde os homens são mais adiantados, os animais também o são” , ou seja, nos mundos superiores os animais estão numa escala evolutiva superior aos animais que dividem conosco este planeta, ou seja, nossos irmãos animais estão numa escala inferior/menor aos animais que habitam os mundos mais adiantados, assim como nós somos inferiores/menores aos seres “humanos” destes planetas mais adiantados.



Para dizermos que os animais são mais evoluídos que nós por serem bons ou perfeitos, precisaríamos igualmente imaginar que plantas e minerais igualmente são mais evoluídos e perfeitos que os seres humanos e estaríamos colocando os animais, além de nós mesmos, numa evolução abaixo de minerais e vegetais, o que não corresponde a Lei de Evolução onde tudo progride, cada um a seu tempo, num despertar crescente dos valores espirituais, morais e éticos.



Devemos apenas nos lembrar de uma frase simples encontrada no Evangelho segundo o espiritismo “ A quem muito foi dado muito será cobrado”  . Não somos inferiores aos animais na escala evolutiva, mas somos culpados por não seguir o caminho que Cristo nos apontou, o de amar ao próximo como a si mesmo; somos culpados por termos conquistado uma moral e uma ética, uma inteligência e um raciocínio superior a dos animais, porém usá-los contra eles e contra nós mesmos.  "Se fosseis cegos, não teríeis culpa"  nos disse Jesus, por isso somos culpados por saber e por não realizar. Os animais são nossos irmãos menores na escalada evolutiva e tal como crianças que cursam o primário, devem ser guiadas por aqueles que lhe são superiores intelectualmente:


Desde que o princípio inteligente atinge o grau necessário para ser Espírito e entrar no período da humanização, já não guarda relação com o seu estado primitivo e já não é a alma dos animais, como a árvore já não é a semente.



Essa é a verdadeira Lei de Progresso, degrau a degrau em uma elevação constante ao Pai.





Referências



Allan Kardec- Livro dos Espíritos

                        Evangelho Segundo o Espiritismo



André Luiz – Missionários da Luz

       Emmanuel – O Consolador


Simone De Nardi Grama

 

Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana




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Animais e a Espiritualidade- Seminário em Itú


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segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- pt12

O Espiritismo a Ciência e os Animais




Parte 12




Um homem pode viver e ser saudável sem precisar matar animais para se alimentar. No entanto, se ele come carne, ele contribui para tirar a vida de um animal meramente pelo seu apetite. E agir dessa forma é imoral.
Leon Tolstoy



Alimentação carnívora: Você é o que você come.

723. A alimentação animal é, com relação ao homem, contrária à lei da Natureza?
R. “Dada a vossa constituição física, a carne alimenta a carne, do contrário o homem perece. A lei de conservação lhe prescreve, como um dever, que mantenha suas forças e sua saúde, para cumprir a lei do trabalho. Ele, pois, tem que se alimentar conforme o reclame a sua organização.”


“Sua organização”, ou seja, um envoltório mais pesado, mais denso, materialmente, necessitaria de algo tão denso quanto ele, mas devemos nos lembrar que quanto mais densos, mais materiais e quanto mais materiais, mais desconhecemos as verdadeiras Leis Divinas e matar passa a ser um ato puramente habitual, diferentemente dos animais , que condenamos a inferioridade. Sabemos que os umbrais estão superlotados de corpos espiritualmente mais densos, de pessoas que se excediam  em muitos casos na alimentação, pois segundo eles “a carne nutria a carne”, o que transformou seus perispíritos e suas mentes.Todos os que consomem carne irão ao umbral? Logicamente que não, mas seus perispíritos não estarão ilesos da energia negativa de medo e dor que os animais lançaram em suas carnes no momento de suas mortes, isso é certo. E se damos realmente tanta importância a nossa reforma moral, até quando desejaremos manter esse envoltório pesado sem nos iniciarmos nos primeiros passos para nos livramos dele?  Até quando acreditaremos que sem a carne morreremos? Há 200 anos talvez, porém hoje em dia, mais uma vez, a ciência prova que é possível viver bem sem alimentação de origem animal. Naquela época não se conseguia enxergar mais além disso, não havia ainda o enorme arsenal de livros e artigos, de estudos, sites e revistas que se propunham a falar da senciência animal. Hoje, em relação ao sofrimento pelo qual eles passam , nós não somos nem podemos nos achar seres ignorantes como o éramos no passado.Hoje vivemos em outra época, vivemos evoluindo e precisamos pensar se queremos ou não continuar a evoluir. Claro que cada um dará o primeiro passo no momento certo, mas por que tanto medo em avançar?


Você é o que você come; e se a carne nutre a carne, prosseguiremos pensando assim, eternamente como corpos materialmente mais pesados, como espíritos que tentam alçar vôo, mas estão presos as correntes que lhes prendem a Terra, a corrente do hábito e infelizmente, da tradição; correias mentais muito mais difíceis de serem quebradas do que as correntes de ferro que atam os animais.


Hoje quando ouvir alguém dizer, a carne nutre a carne, lembre-se de pensar que : Você é o que você come.

724. Será meritório abster-se o homem da alimentação animal, ou de outra qualquer, por expiação?
R. “Sim, se praticar essa privação em benefício dos outros. Aos olhos de Deus, porém, só há mortificação, havendo privação séria e útil. Por isso é que qualificamos de hipócritas os que apenas aparentemente se privam de alguma coisa.” 


O que passa às vezes despercebido pelos olhos de quem lê essa questão, é a ultima colocação de Kardec: “...por expiação”.


Muitas vezes ouvimos as pessoas falarem que eram vegetarianas e deixaram de ser, não é algo anormal, é até algo natural porque quem geralmente faz isso é porque não encontrou o motivo correto para abandonar a carne.Alguns se tornam vegetarianos para emagrecer, outros porque aquele ator que idolatram é vegetariano, outros ainda para pagar determinadas promessas, a troca de favores entre Deus e seus filhos ou param por um tempo apenas por expiação, jejum, o que não as impede de recomeçarem a comer animais mais adiante - quando assim o queiram ou quando o tempo de expiação terminar.
E vamos reler a resposta para nos atentarmos mais uma vez aos nossos atos : “ ...só há mortificação, havendo privação séria e útil. Por isso é que qualificamos de hipócritas os que apenas aparentemente se privam de alguma coisa.”


Só há mortificação, rebaixamento, humildade , se a privação for séria e útil. Que seria mais útil à vida de um animal do que sua própria vida, o seu viver, a seu modo, a seu prazer? Tornar-se vegetariano para emagrecer e assim que conseguir o que se deseja voltar a alimentar-se deles é algo que se faça em benefício de outros? Não seria egoísmo beneficiar-se ,a si mesmo, e esquecer-se dos demais? A verdadeira privação, a verdadeira expiação seria em beneficio dos animais que morrem aos milhares, principalmente nas festas de confraternização: Páscoa, Ação de Graças, Natal e Ano Novo. Nosso desejo aqui não é aliviar a angústias dos leitores, mas ao contrário, é abrir seus olhos e seus corações para que essa angústia se faça presente, pois é somente através dela que ele poderá mudar a visão que muitos possuem hoje em relação aos animais. Jesus não veio trazer a paz, veio trazer a espada, porque é ela que fere e é ela que ao ferir desperta e já passamos da hora de despertar, chega de amenizar, é preciso ver a verdade que fere, que magoa, para que algo dentro de nós reaja com coragem e nos mude, nos reforme , nos faça ir buscar por aquilo que antes não nos haviam dado conta: a verdade.


A verdade é que os animais sofrem.A verdade é que com uma dieta balanceada é possível deixar de comer carne, a verdade é que a carne é um animal senciente que sofreu e que foi criado por Deus para evoluir, não importa se, como dizem alguns, eles sabem que irão morrer desse modo, eles temem,eles sofrem, lembremos que até mesmo Jesus sofreu antes da crucificação e sabia de sua missão. 


725. Que se deve pensar das mutilações operadas no corpo do homem ou dos animais?
R. “A que propósito, semelhante questão? Ainda uma vez: inquiri sempre vós mesmos se é útil aquilo de que porventura se trate. A Deus não pode agradar o que seja inútil e o que for nocivo Lhe será sempre desagradável. Porque, ficai sabendo, Deus só é sensível aos sentimentos que elevam para Ele a alma. Obedecendo-Lhe à lei e não a violando é que podereis forrar-vos ao jugo da vossa matéria terrestre.”


 “ O que for nocivo lhe será sempre desagradável”. Depois dessa frase como poderemos insistir em dizer que matar animal é permitido por Deus se sabemos que eles sofrem e sabemos que não há necessidade de suas carnes em nossos organismos? Podemos ver que nos desviamos,  e muito, das Leis Divinas para acompanhar as leis humanas que nos permitem tudo, até mesmo matar. Quando Jesus aboliu os demais mandamentos e disse que havia apenas um: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo, incluiu em uma só frase todos os mandamentos que já haviam sido ditos. E o Espírito prossegue em sua resposta e nos diz : “Obedecendo-Lhe à lei e não a violando é que podereis forrar-vos ao jugo da vossa matéria terrestre”.


Amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos é que poderemos obedecer-Lhe a Lei, pois amar é não matar, não violar, não desrespeitar, somente assim conseguiremos nos reformar. Podemos ser bons com nossos irmãos humanos hoje, os melhores em toda crosta terrestre, mas teremos que voltar para aprender a amar de verdade os pequenos irmãos que nos esquecemos de ver: os animais.



Referência Bibliográficas


Alan Kardec – Livros dos Espíritos 


Simone Nardi


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana






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terça-feira, 14 de maio de 2013

A criminologia e o maltrato animal

Por Loren Claire Canales (da Redação do ANDA)

“Embozalado” (Amordaçado), obra de Daniel Segura Bonnet, artista colombiano.

Em um interessante artigo reproduzido esta semana nas redes sociais, Laurent Bègue, professor de Psicologia Social na Universidade Pierre Mèndes-France de Grenoble, se refere ao maltrato animal como um novo medidor que está servindo a criminologia internacional para analisar a extrema violência que o ser humano pode desenvolver no meio social.

Maltratar um animal é, em muitos casos, a consequência de uma frustação ou de um trauma e é um comportamento que se adquire durante a infância. Pode se desenvolver também na adolescência. O maltrato animal nasce no seio familiar ou escolar e pode se transformar em um comportamento anti-social.

O maltratado e em especial o maltrato aos animais de companhia está presente em qualquer grupo humano, pois as crianças assim como os animais domésticos são os primeiros catalizadores de nossas frustrações.

No entanto, em nossa época, o maltrato animal chegou a um nível considerável de tortura. Um exemplo disso é a denúncia que um colaborador do Soyperiodista.com fez há pouco tempo. “Os animais importam”, publicado dia 03 de maio e que se referia ao caso de um homem em Ibagué (Tolima, Colômbia), que matou um cachorro segurando pela cauda e lançando o animal violentamente contra o chão.

A violência contra os animais é mais frequente do que imaginamos, ainda que uma proteção para não vê-la e não sofrê-la seja a de tomá-la como uma violência banal: “são somente animais”.

Os atos de crueldade contra os animais falam muito sobre a personalidade de quem os comete. Esse tipo de crueldade pode variar desde golpes até a retirada da pele dos animais ainda vivos (cachorros e gatos pequenos), sem contar a utilização para fins sexuais a que são submetidos.

Essa relação de violência do homem com o animal impulsionou os pesquisadores de criminologia a tomá-la como um medidor fiável do grau de violência em indivíduos que cometeram ou que podem cometer crimes e outros delitos graves.

Psiquiatras e especialistas em Psicologia Social da Universidade do Pacífico, na Califórnia, comprovaram, por exemplo, que 45% dos autores de nove massacres cometidos em escolas nos Estados Unidos durante os últimos 20 anos haviam praticado atos de barbárie contra seus animais domésticos.

O professor Laurent Bègue cita um estudo que merece atenção, é o caso que aconteceu após o massacre na Escola de Columbine, Colorado, dia 20 de abril de 1999.

Os criminologistas constataram que Eric Harris e Dylan Klebold, os dois estudantes que mataram 12 de seus colegas de escola, um professor e feriram mais 20 pessoas antes de cometerem suicídio, haviam confessado que quando eram crianças gostavam de praticar mutilações e provocar sofrimento aos seus animais.

O professor Bègue se refere a outros dois casos: “Em um estudo retrospectivo realizado em uma prisão com 36 autores de assassinatos, 36% deles admitiram ter matado ou torturado animais durante a infância e 46% cometeram atos de crueldade durante a adolescência. Em outro estudo realizado em um meio carcerário com 180 presos, Brandy Henderson, da Universidade do Tennessee, comprovou que os atos de violência contra animais que os detidos declararam haver cometido eram particularmente frequentes”.

Tipos de maus-tratos que os detidos praticam com os seus animais ou com outros animais:

- afogamento (17,5%);
- espancamento (82,5%);
- disparos (33,0%);
- pontapés (35,9%);
- estrangulamento (17,5%);
- queimaduras (15,5%);
- utilizam para fins sexuais (22,3%)


A crueldade com os animais segundo Franck Ascione, da Universidade de Denver, é um comportamento socialmente inaceitável, pois o intuito do torturador é causar dor, sofrimento, angústia e/ou morte do animal por puro prazer.

A psiquiatria permite afirmar que os atos de crueldade cometidos por uma criança podem revelar uma precoce predisposição para desenvolver condutas anti-sociais. Uma criança torturadora de animais é suscetível a ter problemas com a justiça quando for adulta.

As razões que levam um indivíduo a maltratar um animal

Os americanos Stephen Kellert e Alan Felthous, das Universidades de Yale e do Texas, citam oito razões que levam um indivíduo a maltratar ou torturar os seus animais domésticos:
1-      Controle: o animal é golpeado para que não continue manifestando comportamentos indesejados (latir, saltar, brincar…);

2-      Castigo: aplicar um castigo extremo para que não volte a repetir algum hábito incômodo (ensujar ou vomitar em lugares que são proibidos para ele);

3-      Falta de respeito: Está relacionado a preconceitos culturais. É quando uma pessoa acredita que pode maltratar ou negligenciar um animal já que sua condição de inferioridade não o faz merecedor de nenhuma consideração;

4-      Instrumentalização: Utilizar os animais para “dramatizar” a violência, é o caso das rinhas de cães;

5-      Amplificação: o animal é utilizado para impressionar, ameaçar ou ferir uma pessoa. Aqui se verifica a transferência da violência humana contra o animal;

6-      A violência como provação ou como exemplo: Maltratar um animal perante um grupo com a finalidade de fazer com que os seus membros se convertam em testemunhas de uma forma de superioridade do agressor. O indivíduo também pode torturar por diversão;

7-      Vingança: O indivíduo agride um animal para vingar-se de seu proprietário;

8-      Por deslocamento: O animal é maltratado porque o indivíduo não tem a possibilidade ou é incapaz de maltratar quem lhe provocou uma frustração ou uma decepção. Não consegue fazê-lo porque tem medo ou porque a pessoa é inatingível. É o caso do empregado que espera uma promoção e que na impossibilidade de tê-la, regresa a casa e dá pontapés em seu animal doméstico.


A análise do professor Laurent Bègue nos leva a concluir que a tortura contra os animais nasce de uma má qualidade de vida. Os animais pagam pela nossa dificuldade para viver, pagam por serem testemunhas inocentes da nossa própria mediocridade.


Fonte: ANDA 




* O artigo saiu logo após o espancamento de  um filhote de poodle, o que causou indignação à muitas pessoas, mas não podemos nos esquecer também, que dentro dos frigorificos e granjas, trabalhadores cometem as mesmas atrocidades e dessa vez com a nossa permissão, pois pagamos a eles para que matem/maltratem os animais, que será consumido posteriormente.Não podemos nos indignar somente quando é um cão, mas devemos nos indignar pelo ser vivo que sofre, seja cão, gato, boi, galinha ou suino.




Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O Espiritismo e os Animais : Ciência ,Religião e Filosofia numa jornada de amor- pt11


O Espiritismo a Ciência e os Animais

Parte 11


Se as pessoas fossem superiores aos animais, 
elas cuidariam melhor do mundo.
A.A. Milne




Alimentação: Você é o que você come.



709. Aqueles que, em certas posições críticas, se viram obrigados a sacrificar seus semelhantes para se alimentarem deles, cometeram um crime? Nesse caso, o crime pode ser atenuado pela necessidade de viver que lhes dá o instinto de conservação?
R.  Já respondi, ao dizer que há mais mérito em sofrer todas as provas da vida com coragem e abnegação. Nesse caso, há homicídio e crime de lesa-natureza, faltas que devem ser duplamente punidas.


O mesmo ocorre conosco, pois sabemos que ao matar os animais também cometemos um crime infringindo as Leis Divinas do amor temos que, aos poucos , começar a pensar nos animais com mais carinho, com mais amor, mudando o pensamento em relação à eles, nosso corpo material, acostumado a carne, irá passar a se sentir mal com ela e assim acabaremos abandonando o vício de nos alimentarmos de nossos irmãos animais.


710. Nos planetas onde o corpo é mais depurado, os seres vivos têm necessidade de alimentação?
R. Sim, mas os alimentos estão de acordo com sua natureza. Esses alimentos não seriam muito substanciais para vossos estômagos grosseiros, do mesmo modo que, para eles, a vossa alimentação também não serviria.


Que dirá então a alimentação a base de carne? Pesada e cheia de miasmas, assim como tantas vezes nos elucidou André Luiz, Emmanuel, Miramez, Ramatis. Porém temos o costume de ler e não compreender esses autores quando nos falam sobre os malefícios de tal alimentação e prosseguimos em silêncio, fechando nossos olhos para os animais, esquecendo que são nossos irmãos e que estão ao nosso lado para evoluírem. Não podemos mais ter medo de dizer aos espíritas que precisam refletir mais sobre essas questões, não podemos mais nos omitir e permitir que os animais morram pelas mãos daqueles que deveriam tutelá-los; não é isso que a Doutrina nos diz, alguns espíritas é que ainda acreditam que a “carne nutre a carne” , se nos omitirmos diante deles, a carne nutrirá a carne pela eternidade e a humanidade jamais irá evoluir.


718. A lei de conservação obriga o homem a prover às necessidades do corpo?
“Sim, porque, sem força e saúde, impossível é o trabalho.”


Porém , ainda insistimos em compreender a lei de conservação como permissão para abater animais para alimentação. A má alimentação, a alimentação em excesso e inadequada, essa vai sim contra a Lei de conservação do homem, os regimes realizados pela vaidade e não por necessidade, é que caminham contra a lei Divina, se antes não sabíamos que poderíamos viver bem e saudáveis sem matar animais para isso, hoje já o sabemos, é preciso agora apenas vontade de mudar .


719. Merece censura o homem, por procurar o bem-estar?
R.“É natural o desejo do bem-estar. Deus só proíbe o abuso, por ser contrário à conservação. Ele não condena a procura do bem-estar, desde que não seja conseguido à custa de outrem e não venha a diminuir-vos nem as forças físicas, nem as forças morais.”


Deus não condena ninguém, nem mesmo aquele que erra, nós nos condenamos quando insistimos em trilhar por caminhos errôneos e aqui devemos dar atenção a dois pequenos trechos em particular: “desde que não seja conseguido à custa de outrem”, mas nós conseguimos um certo(ao menos aquele que ainda comem) “Bem estar” ao nos alimentarmos de carne, seja pelo paladar ou pelo vício que traz a necessidade, e conquistamos esse bem estar através de outrem, a custa de outra vida que tiramos. Será que conseguimos pensar nisso agora, será que conseguimos nos ver como seres que exploram outros seres? Muitos espíritas acreditam necessitar da carne para ter uma força física melhor, porém o Espírito é claro em dizer que não devemos nos censurar por buscar o bem estar, desde que “não venha a diminuir-vos nem as forças físicas, nem as forças morais.” Como podemos nos sentir moralmente evoluídos se não respeitamos nossos irmãos animais? Se não lhes damos a atenção necessária, se não nos incomodamos que os matem para que tenhamos o bife de cada dia?


722. Será racional a abstenção de certos alimentos, prescrita a diversos povos?
R. “Permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde. Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interdizer o uso de certos alimentos e, para maior autoridade imprimirem às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus.”


Vamos rever esse trecho em particular: “Alguns legisladores, porém, com um fim útil, entenderam de interdizer o uso de certos alimentos e, para maior autoridade imprimirem às suas leis, apresentaram-nas como emanadas de Deus”. Hoje, não somente nas casas espíritas, o que ouvimos constantemente?


Que Deus criou os animais para os homens se alimentarem deles, para reinar sobre eles. Que Deus permite este massacre diário e que redobra no Natal, nascimento de Jesus. Quando os legisladores proibiram, alegando ordens divinas, determinados alimentos, o faziam em beneficio próprio, contudo, aqueles que igualmente se escondem atrás de “leis divinas” para permitir que os animais sejam abatidos, também o fazem em benefício próprio. Seria inconcebível, que Deus, pura bondade, conceito esse que desconhecemos, pois ser bom como Deus o é, é algo que ainda não compreendemos, criasse filhos para a morte e nada sentisse ao ver como os filhos “mais velhos” os tratam. Ele não permite que matemos, assim como não nos permite roubar, matar, violar, homens, mulheres, crianças, velhos, os que fazem isso o fazem também sem a sua permissão . O mesmo ocorre com os animais. O que inventamos é apenas desculpa para nossos atos mais violentos, que é tirar a vida, e sutilmente tentar colocar a culpa em Deus e em suas “Leis”. Não temos autoridade nem permissão para matar outros filhos de Deus, que isso fique claro, não são suas Leis, são nossas “leis” que permitem esse assassínio de seres que estão em evolução, Deus apenas aguarda que despertemos para o amor, para a bondade, e estamos atrasados nessa lição, até porque a  ciência nos prova que a carne  faz mal a saúde, o que nos leva então em oposição ao que a pergunta 722 nos diz: “Permitido é ao homem alimentar-se de tudo o que lhe não prejudique a saúde”. E agora, será que poderemos começar a pensar nos animais, através do pensamento em nós mesmos?





Referência Bibliográficas



Alan Kardec – Livros dos Espíritos




Simone Nardi


Redação do blog Irmão  Animais- Consciência Humana






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